[janet gunter]

Sou uma antropóloga amadora meia Americana (dos Estados Unidos da Ámerica) meia Britânica, uma ex-cooperante procurando trabalhar em novos projetos de transformação social que ligam comunicação, tecnologia e novas economias. Quero ascender faíscas do possível, procurar alternativas audazes.

As minhas skills não cabem dentro de categorias tradicionais, mas parecem coalescer em três áreas:

cultivando comunidades online and offline

encontrando linguagens comuns que vão além de linguagem técnica e barreiras culturais

experimentando ideias que promovem transformação social

Tenho um apego particular para Timor-Leste, Moçambique provincial, São Paulo, Portugal, e minha nova cidade, Nottingham.

Fui para Moçambique trabalhar com o jornal inovador @Verdade em 2011 para promover dentro da redacção um novo jornalismo “em rede”. Documentei o processo neste blog.

A seguir, trabalhei part-time pela International Land Coalition, num projeto que visava criar uma plataforma para mapear e crowdsource dados sobre as aquisições de terra de grande escala.

Na última década, dediquei-me a montar uma empresa social – The Restart Project – que procura minimizar lixo electrónico e mudar radicalmente a nossa relação com tecnologia.

Mas neste momento, estou a concentrar-me na minha saúde, a tentar recuperar de Covid. Fiquei doente no início da pandemia e ainda não estou bem.

Estamos bem no meio de crises múltiplas: ecónomica, política e ambiental. É a hora de procurar visões amplas do possível, alternativas vivas.

A presumir nada, espero que isto seja só metade duma história mais larga...

O meu email encontra-se nesta página.

A while ago, I “quit” international development. I never considered myself an “aid worker”, but I’d spent 5 years in total working internationally in the sector.

Mostly at “headquarters” but partly “in the field”. I’d grown tired.

At the time I wrote an unsigned “Dear John” letter to development which stated “no amount of earnest critique, satire, or wounded camaraderie” could help me stay on.

People ask me how I did it. I am always surprised when people approach me for this kind of coaching. While I am happier and more stable than I can remember in my adult life, I remind people I am by no means materially better off.

So. This will not help you decide how to make money or choose a new career. If you are looking for advice about how to feel ok again, and (re)construct meaning in your life after working in international development here are some tips.

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Living in East Timor, a far-away, post-colonial place (not my own city which lived its own fraught history), I became fascinated with the gaps in history.

What is told? What isn’t told? Amateur oral histories led me to the archives, which led me to ethnography, a form of translation.

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